CONTAGEM REGRESSIVA
Há uma impiedosa contagem regressiva
Subtraindo os dias da minha existência
E eu apenas uma vítima passiva
Que silenciosamente pede por clemência
Nada pode impedir que ela chegue a zero
Tampouco saber em que dia ou que hora
Às vezes quero sempre, às vezes nunca quero
Ou tanto faz um ou o outro como agora
Mas não me importam os bons ou os maus fluídos
Pois eu estou ainda aqui, corpo presente
Enquanto o tempo e a morte, escondidos
Andam a vaguear por aí covardemente.
Sérgio da Silva Teixeira
BAGÉ/RS/BRASIL.
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Monday, July 8, 2024 - 23:08
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Comments
Caro poeta
- Gostei muito!
Somente um pequeno detalhe:
o correto é 'a zero'.
Bem-vindo meu amigo escritor
Bem-vindo meu amigo escritor poeta J.Thamiel!
Grato pela presença e mensagem para correção.
Fui traído pelo corretor que não acusou o meu erro.
Um forte abraço.