Política à portuguesa

Política à portuguesa

Ingredientes:
“tacho”
mentira
malabarismo
irresponsabilidade
hipocrisia
dramatização
descrédito
corrupção
abuso de autoridade e de confiança
iludir
traição
interesses pessoais
ganância
mal-estar
despedimentos
ataque ás condições laborais
obstinação do mito de esquerda ou direita
deleite de retórica
descaramento
desprezo pelo povo
desertificação
desperdício
instabilidade
esconder
arrogância
lamber o cú à banca, aos grandes grupos económicos e a Bruxelas
ameaçar
violência gratuita
incerteza
insegurança
imunidade perante a justiça
embuste
vitimização
irrealismo
auto-promoção
rasgar compromissos
buracos financeiros
escândalos
recessão
chantagem
abandono social
perseguição a outras classes profissionais
sacrifícios e privilégios para alguns
teimosias megalómanas
deficit
deméritos acumulados
promessas quase sempre por cumprir
impostos
beijinhos de feira
irracionalidade económica
gordura parlamentar
abstencionismo
falta de coragem
conluio
vingança
demagogia
vazio
“show off”
manipulação
estatísticas
propaganda
deselegância
leviandade
falta de cultura democrática
injustiça
clientela
cunhas
viagens e mordomias
insustentabilidade
patetice
surdez
autismo
incoerência
insultos
debates estéreis
lobbies
reformas vitalícias vergonhosas
enfeites
más decisões
arte ou ciência do desgoverno
… sempre, sempre em lume brando, mais do mesmo e com força!

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Miércoles, Agosto 17, 2011 - 07:14

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topeneda

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