SEGREDO
Olhas-me pelo inverso
Na lógica de um compasso
Que gira no mesmo espaço
E em limitado universo
Tens-me assim em pouca conta
Na rapidez do vento que bate e some
Tens-me pra tudo e não me consome
Acho que me tens no faz de conta
A tua luz não mais clareia
Os meandros do meu medo
Não me contas o segredo
Que me prende na tua teia
Assim entregue a toda sorte
De sentimentos distorcidos
Choro sonhos dissolvidos
Na minha falta de sorte
Até quando ao teu lado?
Por vezes não amanheço
com a angústia que anoiteço
E olho para outro lado
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Jueves, Noviembre 3, 2011 - 10:20
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