PRELÚDIO DE ADEUS
Amarga ternura me afaga e consome
Premeditando saudades eternas d'outrora,
De vidas que já nem sei mais...
Sereno largo, triste e profundo
Qu'encobre minhas dores
Aos outros invisíveis
No silêncio abismal que m'encontro
Princípios que gritam ao meu encontro
Com promessas de paz e acalanto...
E dentro dos meus pensamentos
Desfilam seduções do firmamento
Pois assombra-me a imagem da definitiva partida...
Quando fria não tocarei a quem amo em vida,
esmaecida nas lembranças
Até que não mais exista.

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Viernes, Abril 24, 2009 - 11:45
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Comentarios
Re: PRELÚDIO DE ADEUS
Que poema cheio de sentimento e dor intensa.
Belo escrito!
Re: PRELÚDIO DE ADEUS
Angelo,
Obrigada pela gentil visita e comentario'ao meu trabalho.Volte sempre!
beijo no coração,
Mônicka Christi. :-)
Re: PRELÚDIO DE ADEUS
Adoro ler-te.
"Pois assombra-me a imagem da definitiva partida...
Quando fria não tocarei a quem amo em vida"
Bjo
Re: PRELÚDIO DE ADEUS
Quando fria não tocarei a quem amo em vida.
Temos de aproveitar tudo enquanto estamos quentes e os dedos ainda mexem!!!
:-(