Ser!

O ser!

Quão difícil não é, o ser humano;
Por amor seu, sentir, se entristece;
Dilema em seu íntimo que cresce;
No seu peito, metamórfico vulcão;

Porque se transformou, seu sonho em dano;
Seu fulgor vão, efémero, esmurece;
Conjurado em palmilhar, permanece;
Sua luz, se converteu em escuridão;

Novo esplendor, se agiganta no seu ser;
Tal rubor, denota felicidade;
Flecha insolente, que bem o atingiu;

Vão-se turvos, maus agouros e sofrer;
Do sonho, onde fugaz é a vontade;
Quanto lhe apraz, algo que, jamais se viu.

Jorge Ferreira dos Santos

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Lunes, Mayo 14, 2012 - 15:57

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