REPRIMIDA DOR
Reprimido sentimento a tisnar o coração
Com sombras e manchas
Que ferem, perfuram...
Numa intraduzível hemorragia
De mágoa e desencanto
A dilatar a alma
Alargando seus domínios
Num silêncio escandaloso,
Ensandecendo no desequilíbrio
Da dor expandida,
Do choro convulsivo,
Do desespero sufocante,
Dos sonhos conturbados,
Da sofreguidão que dilacera o peito
E jamais se reconstrói.

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Miércoles, Mayo 20, 2009 - 11:36
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Comentarios
Re: REPRIMIDA DOR
E temos que as libertar como fizeste neste belo poema.
Re: REPRIMIDA DOR
Angelo,

Muito obrigada pela visita e por apreciar meu trabalho.
Excelente final de semana!
Beijo no coração,
Mônicka Christi. :-)
Re: REPRIMIDA DOR
Uma "sofreguidão que dilacera o peito E jamais se reconstrói"
Gostei imenso
Bjo
Re: REPRIMIDA DOR
Jopeman,

Obrigada pela atenção dispensada.
Beijo no coração,
Mônicka Christi. :-)