O que venho a ser
Eu sou um mar químico em propulsão
Sou uma sopa de detritos estrelares,
Sou do inicio do cosmo em combustão
Desde o pré-biótico surgido nos mares.
Como uma dança de atração e repulsão
Quando se formou os unicelulares,
Sou um conjunto elétrico em reação
Cujos nervos são explosões nucleares.
As relações da matéria, os pensamentos
São janelas que desbravam o imaginário,
Que a alma dormita no sonho do advento,
Preciso lembra-me que não sou só vento
Pois habito um corpo como num relicário
Que sou a fusão do fora com o dentro.
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Miércoles, Noviembre 28, 2012 - 16:29
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