Desculpa-me, criança do meu país

Esperança?
Sentir inerente
à condição humana.
Condição indigente
num tempo sem hora
do reverso em crença
no eu onde já não mora.

Diluiu-se nos fluidos
que da alma escoa.

Apenas no sorriso se esboça.

Não no amarelo trocista,
não no verde esperança.
Apenas…
No vermelho como o sangue
que colamos na bandeira
de um desesperançado país
sem eira nem beira…

- Desculpa-me, criança do meu país
nem em reles poema te fiz feliz…

OF 12-12-12

Ver foto em
http://portate-mal.blogspot.pt/2012/12/desculpa-me-crianca-do-meu-pais.html

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Viernes, Diciembre 14, 2012 - 01:53

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Odete Ferreira

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