QUANDO ESQUEÇO DE MIM
E m'emaranho nas entranhas deste mundo
Apagando o meu rastro
Perdida unida em teu corpo...
Renuncio a liberdade em teus braços
Colorindo meus dias
Multiplicando meus sentidos...
Então frutifico Com a força de natureza,
A beleza da primavera,
Invadindo sem culpa todos os espaços
Fervilhando a minha espera...
E como uma tempestade sedenta e faminta
Que te toma em aspirações e inspirações profundas
De êxtase, prazer e sedução onde por fim
Encantada esqueço de mim.

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Martes, Junio 23, 2009 - 23:24
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