As faces da noite
As faces da noite
São meras caras vislumbradas
Pelas luzes incandescentes,
São visões raras de estrelas cadentes.
As faces da noite
São olhos insones
A trilhar na madrugada,
São brilhos néons, são réplicas
De outras noites passadas.
As faces da noite
São rastros siderais
São astros errantes e seus traços;
Estrelas, cometas;
Fogo e gelo no espaço.
As faces da noite têm o fascínio da Lua,
Canções de ternas notas,
Têm o feitio da rua no fechar das portas,
Nos momentos a sós.
As faces da noite...
Somos nós.
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Martes, Julio 28, 2009 - 00:31
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Comentarios
Re: As faces da noite
Bom poema!!!
:-)
Re: As faces da noite
Gostei de todo ele, de todo o ritmo vertiginoso que se desenrola e termina com grande encerramento:
"Nos momentos a sós.
As faces da noite...
Somos nós."
Muito lindo...
Parabéns!
Re: As faces da noite
A poesia agradece, creio que apenas somos um escape das palavras que por concessão dons dons se fazem versos e prosas. Obrigado pelo carinho e apoio de todos.
Re: As faces da noite
Hamilton!
Gostei!
MarneDulinski
Re: As faces da noite
E nas faces da noite, também, cometemos algumas loucuras...
Bela descrição das faces da noite...