FRAÇÃO DE INFINITO

Nesta fração de infinito em que sou tua
Gosto quando passeias por minhas avenidas e ruas
Com tua língua molhada e louca
A colher meu mel em minha colméia
Me levando ao céu
Quando entre as hastes da minha espera
Enquanto sorvo tua essência
Em êxtase, eufórica e alerta
Te sentindo se derramar
Preparando a futura colheita
Sentindo tuas mãos grandes e quentes
Passeando inquietas se cautela
Acendendo o fogo que se nivela
Tomando meu corpo inteiro
Neste frenesi que me rende
E me prostra aos teus pés indefesa
A mercê dos teus desejos
Sem reservas ou pudores!...
E neste misto de sentimentos,
De desejo e pertencimento,
M’entrego numa cavalgada intensa
De todos os modos e movimentos
A invadir meus territórios
Numa paixão avassaladora
Onde o recomeço
É sempre a próxima hora.
(Mônicka Christi)
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