SILENCIOSO INIMIGO(social)

Na pálida luz
Que a sombra oculta
Diante da insuportável violência
Que o mundo apresenta
A degradação dos dias
As pestes, descrenças
Que mente indefesa alimenta
Nesta morte desnecessária e lenta
Sugando as energias
A nossa revelia
Em que a dor se pronuncia funérea
Estampado em tristes olhos
Quando a alma agoniza e definha
Deserto de sóis e solidão afoita
Que a mocidade s'entrega
Irrompendo por atrozes mágoas
Adormecendo a vontade
E o futuro que espera.

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Jueves, Agosto 27, 2009 - 00:25

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Monickachristi

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