A rotina do tempo
Abriu a janela e sentiu a brisa no rosto
Nuvens cobria o azul do céu
Impedindo os raios de sol de aparecer
Pássaros voavam alegremente pelas árvores
E as borboletas no jardim
O vento que tocava seu rosto
Parecia dizer alguma coisa que desejava ouvir
Porque um leve sorriso surgiu em seu rosto.
O sentimento apertava o seu coração
E a decisão era sempre muito difícil
Os melhores momentos da sua vida
Aconteceram ao lado dele
E lembrava dos sorrisos, das brincadeiras
Do amor sincero que outrora sentia
Do carinho recíproco e da paixão ardente
Ao lembrar de tudo isso a dor apertava
O sorriso foi-se embora aos poucos
E os pensamentos voavam como os pássaros lá fora.
Depois veio a rotina do tempo
As palavras vazias, às vezes mentirosas
O distanciamento, o vazio existencial
E tudo apontava para o fim não desejado
Mas ninguém consegue lutar sozinho
Quando o amor exige uma reciprocidade
E a única coisa que vê é a desilusão do amor
Um sentimento submerso em palavras vazias
Uma busca por felicidade que estraçalha o coração.
Sente a brisa de mais um dia que começa
Respira fundo o ar da decisão
Olha para o quarto onde ele ainda dorme
Em meio as cobertas bagunçadas
Sabe que quando os caminhos não estão em sintonia
Não há muito o que se fazer
Então arruma suas coisas e decide partir
Fecha a porta atrás de si e vai embora
Apenas o tempo poderá dizer se foi a decisão certa.
Poema: Odair José, Poeta Cacerense
www.odairpoetacacerense.blogspot.com
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