Mil altares

No palco da memória, a cena persiste,
Um amor que se foi, mas não desiste.
Na mente, o eco de risos e olhares,
Como sombras dançando em mil altares.

A dor se entrelaça em versos sofridos,
No peito, o eco de suspiros perdidos.
É difícil romper os laços do passado,
Quando o coração segue bem amarrado.

As lágrimas caem como chuva fina,
A saudade tece uma teia divina.
A cada lembrança, um suspiro profundo,
No labirinto do amor, falta-me o mundo.

Mas há de vir o tempo, lento e seguro,
Cicatrizando feridas, trazendo o futuro.
E nesse palco da vida, novo esplendor,
Aprendendo esquecer e a recomeçar com amor.

Poema: Odair José, Poeta Cacerense

www.odairpoetacacerense.blogspot.com

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Viernes, Diciembre 8, 2023 - 13:44

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