Na penumbra do silêncio

As incertezas dominaram-me
Sem deixar-me uma saída,
E na penumbra do silêncio
Achei a dor tão conhecida.

Os sonhos de longas noites
Acalentavam minha vida,
Mas ao despertar, rasgavam-se
Nas sombras frias da lida.

Em cada passo, o abismo,
Um eco, um grito, um não.
Carrego a busca incessante
Que me pesa o coração.

Mas eis que a aurora espreita
Com seu toque de calor,
E nas cinzas do meu medo
Brota um lume promissor.

Se as incertezas cercarem,
Hei de enfrentá-las, altivo.
Pois é no caos que se esconde
A essência de se estar vivo.

Poema: Odair José, Poeta Cacerense

www.odairpoetacacerense.blogspot.com

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Viernes, Enero 3, 2025 - 14:24

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Odairjsilva

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