É veneno o teu encanto

Teu olhar, centelha ardente,
Queima a alma, prende a mente,
Num feitiço tão sutil,
Que vicia, é doce, é vil.

Teu toque, brisa envenenada,
Suave, leve, enlaçada,
Entre beijos e meu egoísmo,
Deixo-me cair no abismo.

E se é veneno o teu encanto,
Bebo a taça sem espanto,
Pois morrer de amor assim,
É um destino bom pra mim.

Poema: Odair José, Poeta Cacerense

www.odairpoetacacerense.blogspot.com

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Miércoles, Marzo 19, 2025 - 21:11

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