Água turva e limpa

Água turva e limpa
O peso da consciência me curva,
Parte mística parte física, humana
Profunda, a minha ideia era vivê-la,
E tentei viver nela, infecta, falhado
Vim vê-la, julga-se perfeita, assim
Como julgo meus versos curvados,
Avulsos quebrados, e com os quais
Me satisfaço, disfarço o facho, curvo-
-Me a não ter nada, ser ninguém,
Não ter consciência nem palmas,
Tod’o prazer sendo fingido falso,
Se recurva e me tortura, esfola
Assim a morte a obra morta, rala,
Ralha-me devota a consciência,
Revolta é uma espécie de crença,
Emoção a livre expressão dela,
Assim como também a consciência,
Não fala verdade aceitando igual,
Desdobrando crença paternidade,
É o que eu faço, desdobro-me em
Falsas dignidades embora me julgue
Colosso d’Rodes, guerreio conceitos
Contrários, “frisson” versus desapego,
Separo a luz e a escuridão falhada,
Da ciência do que me vai na curva
Da alma, desta alma turva e limpa,
Que não se contenta em ser “uma”,
S’quer múltipla, ímpia e ela própria
Limpa, muito embora imprópria,
Igual a água suja.
Joel Matos 19 Outubro 20/25
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
https://joel-matos.blogspot.com
Submited by
Poesia :
- Inicie sesión para enviar comentarios
- 1716 reads
Add comment
other contents of Joel
| Tema | Título | Respuestas | Lecturas |
Último envío |
Idioma | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Ministério da Poesia/General | Pois que eu desapareça | 1 | 3.617 | 02/22/2018 - 17:03 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Cicatrizes hão-de encher-me de poderes … | 1 | 5.758 | 02/22/2018 - 17:03 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Ler é sonhar sonhos doutros … | 1 | 3.078 | 02/22/2018 - 17:02 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Passado eu, azul triste, translúcido … | 1 | 4.224 | 02/22/2018 - 17:00 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Bizarro | 1 | 3.267 | 02/22/2018 - 16:59 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Do mar m’avisto. | 4 | 3.891 | 02/22/2018 - 16:59 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Diário dos imperfeitos | 2 | 4.138 | 02/22/2018 - 16:57 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | o Outro | 2 | 2.589 | 02/22/2018 - 16:57 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Sempre que desta falo … | 2 | 2.240 | 02/22/2018 - 16:56 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Se … | 3 | 2.003 | 02/22/2018 - 16:55 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Eu erro o ar que meto… | 4 | 4.079 | 02/22/2018 - 16:54 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Coração de ninguém … | 7 | 2.676 | 02/22/2018 - 16:53 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Havidos sonhos meus … | 1 | 3.133 | 02/22/2018 - 16:51 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Cuido que… | 1 | 3.719 | 02/22/2018 - 16:49 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | A onze graus da esperança ... | 1 | 4.057 | 02/22/2018 - 16:41 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Orgia de terras estranhas … | 1 | 2.019 | 02/22/2018 - 16:41 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Reis, Batalhas, Elefantes … | 1 | 3.700 | 02/22/2018 - 16:40 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Estórias de gente | 1 | 3.761 | 02/22/2018 - 16:40 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Cama no chão | 1 | 2.748 | 02/22/2018 - 16:39 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Riqueza de palhaço | 1 | 3.203 | 02/22/2018 - 16:39 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Há, de versos tantos … | 1 | 2.312 | 02/22/2018 - 16:38 | Portuguese | |
| Poesia/General | Aos poucos | 1 | 5.118 | 02/22/2018 - 16:38 | Portuguese | |
| Poesia/General | Agonia tem nome de ópio | 1 | 3.525 | 02/22/2018 - 16:37 | Portuguese | |
| Poesia/General | Gritando | 1 | 3.312 | 02/22/2018 - 16:36 | Portuguese | |
| Poesia/General | Durmo tempo demasiado | 1 | 3.869 | 02/22/2018 - 16:36 | Portuguese |






Comentarios
a minha ideia era vivê-la, E
a minha ideia era vivê-la,
E tentei viver nela, infecta, falhado
Vim vê-la, julga-se perfeita, assim
Como julgo meus versos curvados,
Avulsos quebrados, e com os quais
Me satisfaço, disfarço o facho, curvo-
-Me a não ter nada, ser ninguém,
Não ter consciência nem palmas,
Tod’o prazer sendo fingido falso,
Se recurva e me tortura, esfola
Assim a morte a obra morta, rala,
Ralha-me devota a consciência,
Revolta é uma espécie de crença,
Emoção a livre expressão dela,
Assim como também a consciência,
Não fala verdade aceitando igual,
Desdobrando crença paternidade,
É o que eu faço, desdobro-me em
Falsas dignidades embora me julgue
Colosso d’Rodes, guerreio conceitos
Contrários, “frisson” versus desapego,
Separo a luz e a escuridão falhada,
Da ciência do que me vai na curva
Da alma, desta alma turva e limpa,
Que não se contenta em ser “uma”,
S’quer múltipla, ímpia e ela própria
Limpa, muito embora imprópria,
Igual a água suja.
Joel Matos 19 Outubro 20/25
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
https://joel-matos.blogspot.com
a minha ideia era vivê-la, E
a minha ideia era vivê-la,
E tentei viver nela, infecta, falhado
Vim vê-la, julga-se perfeita, assim
Como julgo meus versos curvados,
Avulsos quebrados, e com os quais
Me satisfaço, disfarço o facho, curvo-
-Me a não ter nada, ser ninguém,
Não ter consciência nem palmas,
Tod’o prazer sendo fingido falso,
Se recurva e me tortura, esfola
Assim a morte a obra morta, rala,
Ralha-me devota a consciência,
Revolta é uma espécie de crença,
Emoção a livre expressão dela,
Assim como também a consciência,
Não fala verdade aceitando igual,
Desdobrando crença paternidade,
É o que eu faço, desdobro-me em
Falsas dignidades embora me julgue
Colosso d’Rodes, guerreio conceitos
Contrários, “frisson” versus desapego,
Separo a luz e a escuridão falhada,
Da ciência do que me vai na curva
Da alma, desta alma turva e limpa,
Que não se contenta em ser “uma”,
S’quer múltipla, ímpia e ela própria
Limpa, muito embora imprópria,
Igual a água suja.
Joel Matos 19 Outubro 20/25
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
https://joel-matos.blogspot.com
a minha ideia era vivê-la, E
a minha ideia era vivê-la,
E tentei viver nela, infecta, falhado
Vim vê-la, julga-se perfeita, assim
Como julgo meus versos curvados,
Avulsos quebrados, e com os quais
Me satisfaço, disfarço o facho, curvo-
-Me a não ter nada, ser ninguém,
Não ter consciência nem palmas,
Tod’o prazer sendo fingido falso,
Se recurva e me tortura, esfola
Assim a morte a obra morta, rala,
Ralha-me devota a consciência,
Revolta é uma espécie de crença,
Emoção a livre expressão dela,
Assim como também a consciência,
Não fala verdade aceitando igual,
Desdobrando crença paternidade,
É o que eu faço, desdobro-me em
Falsas dignidades embora me julgue
Colosso d’Rodes, guerreio conceitos
Contrários, “frisson” versus desapego,
Separo a luz e a escuridão falhada,
Da ciência do que me vai na curva
Da alma, desta alma turva e limpa,
Que não se contenta em ser “uma”,
S’quer múltipla, ímpia e ela própria
Limpa, muito embora imprópria,
Igual a água suja.
Joel Matos 19 Outubro 20/25
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
https://joel-matos.blogspot.com
a minha ideia era vivê-la, E
a minha ideia era vivê-la,
E tentei viver nela, infecta, falhado
Vim vê-la, julga-se perfeita, assim
Como julgo meus versos curvados,
Avulsos quebrados, e com os quais
Me satisfaço, disfarço o facho, curvo-
-Me a não ter nada, ser ninguém,
Não ter consciência nem palmas,
Tod’o prazer sendo fingido falso,
Se recurva e me tortura, esfola
Assim a morte a obra morta, rala,
Ralha-me devota a consciência,
Revolta é uma espécie de crença,
Emoção a livre expressão dela,
Assim como também a consciência,
Não fala verdade aceitando igual,
Desdobrando crença paternidade,
É o que eu faço, desdobro-me em
Falsas dignidades embora me julgue
Colosso d’Rodes, guerreio conceitos
Contrários, “frisson” versus desapego,
Separo a luz e a escuridão falhada,
Da ciência do que me vai na curva
Da alma, desta alma turva e limpa,
Que não se contenta em ser “uma”,
S’quer múltipla, ímpia e ela própria
Limpa, muito embora imprópria,
Igual a água suja.
Joel Matos 19 Outubro 20/25
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
https://joel-matos.blogspot.com
a minha ideia era vivê-la, E
a minha ideia era vivê-la,
E tentei viver nela, infecta, falhado
Vim vê-la, julga-se perfeita, assim
Como julgo meus versos curvados,
Avulsos quebrados, e com os quais
Me satisfaço, disfarço o facho, curvo-
-Me a não ter nada, ser ninguém,
Não ter consciência nem palmas,
Tod’o prazer sendo fingido falso,
Se recurva e me tortura, esfola
Assim a morte a obra morta, rala,
Ralha-me devota a consciência,
Revolta é uma espécie de crença,
Emoção a livre expressão dela,
Assim como também a consciência,
Não fala verdade aceitando igual,
Desdobrando crença paternidade,
É o que eu faço, desdobro-me em
Falsas dignidades embora me julgue
Colosso d’Rodes, guerreio conceitos
Contrários, “frisson” versus desapego,
Separo a luz e a escuridão falhada,
Da ciência do que me vai na curva
Da alma, desta alma turva e limpa,
Que não se contenta em ser “uma”,
S’quer múltipla, ímpia e ela própria
Limpa, muito embora imprópria,
Igual a água suja.
Joel Matos 19 Outubro 20/25
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
https://joel-matos.blogspot.com
a minha ideia era vivê-la, E
a minha ideia era vivê-la,
E tentei viver nela, infecta, falhado
Vim vê-la, julga-se perfeita, assim
Como julgo meus versos curvados,
Avulsos quebrados, e com os quais
Me satisfaço, disfarço o facho, curvo-
-Me a não ter nada, ser ninguém,
Não ter consciência nem palmas,
Tod’o prazer sendo fingido falso,
Se recurva e me tortura, esfola
Assim a morte a obra morta, rala,
Ralha-me devota a consciência,
Revolta é uma espécie de crença,
Emoção a livre expressão dela,
Assim como também a consciência,
Não fala verdade aceitando igual,
Desdobrando crença paternidade,
É o que eu faço, desdobro-me em
Falsas dignidades embora me julgue
Colosso d’Rodes, guerreio conceitos
Contrários, “frisson” versus desapego,
Separo a luz e a escuridão falhada,
Da ciência do que me vai na curva
Da alma, desta alma turva e limpa,
Que não se contenta em ser “uma”,
S’quer múltipla, ímpia e ela própria
Limpa, muito embora imprópria,
Igual a água suja.
Joel Matos 19 Outubro 20/25
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
https://joel-matos.blogspot.com
a minha ideia era vivê-la, E
a minha ideia era vivê-la,
E tentei viver nela, infecta, falhado
Vim vê-la, julga-se perfeita, assim
Como julgo meus versos curvados,
Avulsos quebrados, e com os quais
Me satisfaço, disfarço o facho, curvo-
-Me a não ter nada, ser ninguém,
Não ter consciência nem palmas,
Tod’o prazer sendo fingido falso,
Se recurva e me tortura, esfola
Assim a morte a obra morta, rala,
Ralha-me devota a consciência,
Revolta é uma espécie de crença,
Emoção a livre expressão dela,
Assim como também a consciência,
Não fala verdade aceitando igual,
Desdobrando crença paternidade,
É o que eu faço, desdobro-me em
Falsas dignidades embora me julgue
Colosso d’Rodes, guerreio conceitos
Contrários, “frisson” versus desapego,
Separo a luz e a escuridão falhada,
Da ciência do que me vai na curva
Da alma, desta alma turva e limpa,
Que não se contenta em ser “uma”,
S’quer múltipla, ímpia e ela própria
Limpa, muito embora imprópria,
Igual a água suja.
Joel Matos 19 Outubro 20/25
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
https://joel-matos.blogspot.com
a minha ideia era vivê-la, E
a minha ideia era vivê-la,
E tentei viver nela, infecta, falhado
Vim vê-la, julga-se perfeita, assim
Como julgo meus versos curvados,
Avulsos quebrados, e com os quais
Me satisfaço, disfarço o facho, curvo-
-Me a não ter nada, ser ninguém,
Não ter consciência nem palmas,
Tod’o prazer sendo fingido falso,
Se recurva e me tortura, esfola
Assim a morte a obra morta, rala,
Ralha-me devota a consciência,
Revolta é uma espécie de crença,
Emoção a livre expressão dela,
Assim como também a consciência,
Não fala verdade aceitando igual,
Desdobrando crença paternidade,
É o que eu faço, desdobro-me em
Falsas dignidades embora me julgue
Colosso d’Rodes, guerreio conceitos
Contrários, “frisson” versus desapego,
Separo a luz e a escuridão falhada,
Da ciência do que me vai na curva
Da alma, desta alma turva e limpa,
Que não se contenta em ser “uma”,
S’quer múltipla, ímpia e ela própria
Limpa, muito embora imprópria,
Igual a água suja.
Joel Matos 19 Outubro 20/25
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
https://joel-matos.blogspot.com