Adeus ao quase amor.

Apagam-se as luzes que me ligam as tuas mãos
rompem-se os laços que nos tornaram irmãos
peço que não retornem, que se tornem ilusão.

Este magnetismo nunca sentido,
este ser desconhecido,
presente, pungente,
talvez só por mim concebido.
( um invento do meu ser perdido ).

Solitário amor não correspondido
luz que se apaga sem nunca ter luzido,
amor que se vai, se esvai
sem ser vivido.

Que pena, pois minha alma,
agora serena,
volta a calma,
sem gosto,
sem rosto,
pequena...

Toda esta energia,
esta conexão,
não poderia caber em só um coração...

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Jueves, Septiembre 10, 2009 - 19:14

Poesia :

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analyra

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Re: Adeus ao quase amor.

Penso, já ter comentado este teu lindo poema, não sei porque, estava nos meus favoritos, no inicio do meu Google!
Não lembro de te-lo posto lá, mas poderia ser destacado também por mim, como um, Favorito!
Marne

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Re: Adeus ao quase amor.

analyra!

Adeus ao quase amor.
Solitário amor não correspondido
luz que se apaga sem nunca ter luzido,
amor que se vai, se esvai
sem ser vivido.
Toda esta energia,
esta conexão,
não poderia caber em só um coração...

Lindíssimo seu Poema, minha querida poeta!
Mas quem sabe, não feches a porta, nem jogues a chave fora, porque o mundo da tantas voltas, de repente como o teu personagem está agora com a alma serena, o amor venha de mansinho e traga de volta para ela, o seu amor sonhado e tanto amado!
Meus parabéns,
MarneDulinski

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Re: Adeus ao quase amor.

Ana,

Gostei muito desta tua escrita>

Destaco:" Toda esta energia,
esta conexão,
não poderia caber em só um coração..."

:-)

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