Pedra bruta

Eu às vezes me pergunto
Porque eu escrevo
E para que eu escrevo,
Tem coisas que eu escrevo
Que nem me lembro que escrevi,
É como se não fosse eu
E alguma coisa
Ou alguém escrevesse por mim.

Eu só espero que os meus versos
Quando triste, façam chorar,
Quando alegres, façam sorrir,
Quando românticos, esquentem os romances.

Que o que eu escrevo
Siga sempre uma trilha,
Ande sempre adiante
E quem o ler consiga gostá-lo
Porque o que eu escrevo
É como uma pedra bruta,
Mas, um dia tentarei lapidá-lo.

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Domingo, Octubre 11, 2009 - 22:16

Poesia :

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gege

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Comentarios

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Re: Pedra bruta

Gege,

A tua pedra não tem nada de bruta, ela, com tanta sensibilidade, já nasceu lapidada!
Entretanto, o próprio exercício da escrita estará sempre a poli-la, cada vez mais. Continue escrevendo!

Um beijo. :-)

Imagen de MarneDulinski

Re: Pedra bruta

gege!

Pedra bruta

Penso ser geral este esquecimento, não sei só posso falar por mim!
Porque escrevemos poesias, poemas, porque são momentos de emoções que brotam no ar, se não o fazemos, assim muitos esqueceremos!
Quando novamente os lemos, e ou o nosso leitor, novamente as emoções afloram, daqueles momentos de emoções de amor... revivemos os momentos passados...
Quanto a lapidar suas poesias, penso não ser necessário, porque a natureza já as lapidou em sua fonte, em sua alma, em seu coração!
Gosto demais quando escreves; claro que umas são melhores que as outras, mas todas são boas!
Meus parabéns sempre!
MarneDulinski

Imagen de analyra

Re: Pedra bruta

Gostei muito deste teu poema. Uma auto análise poética, muito bem colocada.
Grande abraço.

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