Tempestade daquelas
Decorei as paredes do meu quarto
Com as cartas de amor
Que me mandava
E quando sentia falta de te
Eram elas que me confortavam,
Quando eu me ausentava de casa
Eu trancava a porta do quarto
Bem seguras as cartas ficavam
Até que pra casa eu voltasse
E ansioso as reencontravam,
Tudo isso durou muito tempo
Até que um dia eu não pude evitar
Uma tempestade trouxe um forte vento
E o telhado da minha casa
Conseguiu arrancar,
Bem antes que eu me desse conta
Suas cartas o vento conseguiu levar
Agora morro de saudade de te
Pois não tenho mais nada
Para me confortar,
Tomara que tenha
Outra tempestade daquelas
E lhe traga para as bandas de cá.
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Martes, Octubre 13, 2009 - 00:28
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Comentarios
Re: Tempestade daquelas
gege;
O carinho e o afeto com que trata uma recordação assim, em paredes postadas.
Maldita tempestade, que lhe levou as cartas colocadas e provavelmente todas decoradas, por você
Como é bom ter cartas de amor, provas do tempo que passa,para acalmar a dor.
Gostei
Re: Tempestade daquelas
gege!
Tempestades daquelas
Já havia lido e inclusive comentado este teu Poema, mas repassando vi, que estava constando como sem nenhum comentário!
Não achas gozado isso!
MarneDulinski