Pronto Socorro
Foi na agonia desse silêncio
que soube o quanto te penso.
Foi por tua amarga ausência
que me soube na tua dependência.
O Pronto Socorro transborda.
A doída menina não mais acorda,
o garoto quebrado discorda
e a mulher acabada concorda.
O soro não acaba.
A Aurora não desaba
e sinto a dor macabra.
Seria bom ter-te aqui.
Segurar tua mão
e sonhar que viver não é em vão.
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Sábado, Noviembre 14, 2009 - 12:59
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Comentarios
Re: Pronto Socorro
Este poema parece revelar o íntimo de alguém envolvido em um pronto socorro.
Ou pode ser apenas imagem de um cotidiano doloroso, não sei. Acho que só o poeta sabe.
Destaco: "O soro não acaba."
Parece denotar a ansiedade e a incerteza de que esta situação não terá fim.
Parabéns, gostei muito desta vivência poética.
Um grande abraço,
REF
Re: Pronto Socorro
oi na agonia desse silêncio
que soube o quanto te penso.
Foi por tua amarga ausência
que me soube na tua dependência.
LINDO POEMA, MEUS PARABÉNS!
E COM A TUA ASSISTÊNCIA, SE CURE O DOENTE!
MarneDulinski
Re: Pronto Socorro
Fabio,
Foi na agonia desse silêncio
que soube o quanto te penso.
Foi por tua amarga ausência
que me soube na tua dependência.
Belo poema.
Cecilia.