Insana, talvez...

É algo assim inexplicável
Em um minuto estou tranqüila e calma
E no outro incontrolável
Adrenalina essa que me consome assim
Faz-me perde a cabeça, esquece de tudo
Desejar pelo novo, como se tivesse outro alguém dentro de mim
Tentando se libertar numa luta inexistente
Faz-me agir como louca alucinada
Controla-me a mente
Acredito estar tão feliz, quando algo esta onde eu deveria
A verdade é que os longos espaços de tempo no qual
Estou só comigo, é quando eu morreria
Venha, mas venha para ficar
Em cinzas eu me transformo, serei sua sombra
Venha me deixo controlar
Falando comigo mesmo, estou perdida
Mas estou feliz assim
Só não quero ser uma alma ferida
Desolada, não quero ficar em cantos a chorar
Louca, mesmo que sem noção
Estaria eu me divertindo, e o bom da vida a aproveitar
E não importa o que pensariam, sem coração
Podia acabar com todos...
Mais do que já sofrem não sofreriam
Em atraso com a sanidade tirar-lhes-ia a alma
E não eu não me importaria
Alguém, talvez um monstro seja no que me transformei
Mas estou estranhamente me sentindo realizada assim
O monstro contra o qual eu não lutei
Fez-me ele ver, na dor tristeza...
Certo doentio prazer
Com o monstro dentro de mim
Conheci o mundo e suas facetas,
De certa forma me ajudou ele a crescer

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Domingo, Enero 31, 2010 - 06:33

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Jhyn

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Re: Insana, talvez...

LINDO POEMA, GOSTEI MUITO!
REALMENTE TEMOS DOIS DENTRO DE NÓS, TEMOS QUE PROCURAR CONTROLA-LOS, E DAR VAZÃO AO LADO BOM E EDUCAR O LADO RUIM!
Meus parabéns,
Marne

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Re: Insana, talvez...

É algo assim inexplicável
Em um minuto estou tranqüila e calma
E no outro incontrolável

Assim se faz bons poemas!!!

:-)

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