SONETO DE RIMA CONSTANTE, DO SINCERO AMOR

Flores caseiras, pavor, emblema de todo amor,
cores, roseiras, envoltas em selos de negro amor,
juras incertas, turvas e abertas, não-claro amor,
versos inteiros aos céus lançados, sublime amor.

Palácios, casas, sapês, bordéis, cultuam amor,
ruas, cidades, nações em guerra, explode o amor,
formas, feridas, cortantes serras em nome do amor,
choros embalam a morte em vida no fim do amor.

Cruéis sementes no chão jogadas, espalham amor,
que brota ao som da suave chuva que rega o amor,
e em breve lança o véu da lama por sobre o amor.

Murmúrios, gritos de vento, vida que sopra o amor,
desfazem a noite da fria tundra que gela o amor,
e traz manhã, o mais lindo dia, sincero amor.

Este poema faz parte do meu livro "POESIFORMAS", o qual está à venda na livraria deste site, lançado pela Corpos Editora e WAF.

http://armorizzi.prosaeverso.net

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Viernes, Febrero 26, 2010 - 00:13

Poesia :

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RobertoEstevesdaFonseca

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Comentarios

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Re: SONETO DE RIMA CONSTANTE, DO SINCERO AMOR

Caro amigo Cesar.

Obrigado pelo gentil comentário.

Um abraço,
Roberto

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Re: SONETO DE RIMA CONSTANTE, DO SINCERO AMOR

Nada mais sublime do que um amor sincero...

É bom lê-lo assim!

Parabéns.

rainbowsky

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Re: SONETO DE RIMA CONSTANTE, DO SINCERO AMOR

Obrigado, amigo Rainbowsky, pelas gentis palavras.

Um abraço,
Roberto

Imagen de Angelo

Re: SONETO DE RIMA CONSTANTE, DO SINCERO AMOR

Magnifico poema meu caro Roberto
os meus parabéns
Um abraço
melo

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Re: SONETO DE RIMA CONSTANTE, DO SINCERO AMOR

Obrigado, amigo Angelo, pelas gentis palavras.

Um abraço,
Roberto

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