LÚGUBRE

Tão perto de você,
Tão longe de te ter.
A cada dia mais longe de sua vida,
A cada instante mais perto de seu olhar
Assim vago inerte as noites de tristeza
Em minha vida companheira, só solidão
Exaurido pela ânsia de te ter
Sou perdido ao cárcere de sonhar
Que hoje a mim se faz ser apenas
Dor, pesar e sofreguidão
Pois minha vida já a esgotei
Não tenho lagrimas mais, a por ti chorar
Me agarro apenas ao medo destas horas
Sem mais pretensão de algum dia ser feliz
As vezes a ilusões me prendo
Que dão alento embora breve ao meu sofrer
Me perco a mentira de ser feliz
Ao sentimento de viver meu não viver
Despedaçado sigo a sina de não a ter
Chorando e sofrendo as minhas
Amarguras e lamentos
A espera quem sabe de uma divina intervenção
Que possa a esta lúgubre alma
dar algum alento
se não a paz me permite ter desta vida
me venha a morte como auxilio a minha dor.

Felix Ribas

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Martes, Marzo 2, 2010 - 16:02

Poesia :

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admin

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Comentarios

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Re: LÚGUBRE

Olá caro Felix

Tristeza de não ter
Tristeza de sofrer
Tristeza de não viver
o grande amor a perecer
diante dos olhos a morrer

Amei seu poema...Muito lindo

Beijinhos no coração

Imagen de Henrique

Re: LÚGUBRE

Um poema com arte, razão e sentimento!!!

:-)

Imagen de Daisy_Lee82

Re: LÚGUBRE

o alento quiçá se encontra entre este abismo: na vida irremediável, na morte derradeira...
o resto é transformação...

*Belo poema!

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