Velório
que se debruça
no sol
que tomba
d
i
r
e
i
t
o
ao peito
agora
eu(caliptos)
em flor
sorriso debruado a ponto cruz
de amor
quanta distância (se ) mede (n)a solidão
temperança
violência
paixão
romãs
aroma de(Verão)
suspirar perfumes
de pétalas
coladas nas unhas das mãos(de criança)?
brilho no olhar
o corpo de encontro ao eco
da minha voz que ficou na praia
brava
a maré
ondas de pinhais
resina(dos)
punhais
na (minha) alma recortada
a morte é apenas o princípio de mim (s)em ti
ensaiada
num mergulho flâmeo
boca seca
caule
raíz
dogma
coração
aniz
azul de céu
em
(a)mar de nós
selva de pedra
palidez mortal
laranja doce cereja
maçã
canela verbena
alfazema
limão
Não (me) chores. Já fui tão feliz.
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Viernes, Marzo 19, 2010 - 22:00
Poesia :
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Comentarios
Re: Velório
sou
azul de céu
em
(a)mar de nós
Muito belo o teu poema, muito amor o pinta de adeus que não existe!!!
:-)
Re: Velório
Morrer é o tudo do nada. É o eterno fim das rezas. Não há o que fazer.
A tristeza voltada para um belo poema.
Um abraço,
Roberto
Re: Velório
Seu poema remete a lembrança da morte e dor da perda de entes queridos ou de nos mesmos.Ou
Talvez de algo que se quer ,ou deve ser sepultado.
Muito tocante.
Beijos
Susan