Soneto II da 1ª desilusão
"Veio alguém bater à porta.
De vacilo, não fui abrir:
pensei que a me perseguir
estava a saudade já morta.
De vacilo, não fui abrir:
pensei que a me perseguir
estava a saudade já morta.
Bateu à porta de traz
e depois não insistiu.
Deixando na porta, partiu,
uma mensagem fugaz:
'Tenho agora que me ir,
noutras portas não há grades.
Não me queres, vou partir.
Eu sou a felicidade;
não quiseste a porta abrir,
deixo espaço para a saudade.'"
[size=xx-small][font=Courier]Vejam também os meus outros textos, comentem, ficarei feliz em receber comentários.[/font][/size]
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Viernes, Mayo 14, 2010 - 01:04
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Soneto II da 1ª desilusão
Personagem feminina sentido as dores da primeira desilusão amorosa. Um de meus primeiros poemas.