Ampulheta do tempo
Escorre inclemente
Grão por grão,
No espaço-tempo,
De uma existência.
Qual dormente
De vagão em vagão
Passam os trens, no templo,
Do planeta substância.
AjAraújo, o poeta humanista.
Submited by
Viernes, Julio 23, 2010 - 14:11
Poesia :
- Inicie sesión para enviar comentarios
- 3087 reads
Add comment
Inicie sesión para enviar comentarios






Comentarios
Qual dormente De vagão em
Qual dormente
De vagão em vagão
Passam os trens, no templo,
Do planeta substância.