a tranquila morte dos que se descobrem poetas.

Olho o teu corpo como se olha
a límpida água e nos olhos se vê flutuar o nome
que a natureza atribui aos pensamentos que de madrugada preguiçosamente se revelam como se de flores se tratasse no repouso da terra esperando ansiosamente a tranquila morte dos que se descobrem poetas.

Lobo

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Jueves, Agosto 12, 2010 - 15:13

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Re: a tranquila morte dos que se descobrem poetas.

Belo, limpido, tranquilo, assim morressem de facto todos os poetas que existem nos homens...

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