SEM RUMO
Da solidão dos tempos
Que me assola,
Ardendo em sonhos
Em mares diversos,
Nos versos constantes,
De corpo aberto,
Entregue e tão densa
Neste mundo sem hora...
Banhada de medos
Pela estrada afora,
Onde os sepulcros espalhados,
Espíritos já dilacerados
Levantam das tumbas
Em busca de afagos.

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Viernes, Agosto 27, 2010 - 11:38
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Comentarios
Re: SEM RUMO
Uma mensagem muito bela este teu poema. Adorei. Abraço
Re: SEM RUMO
Grata por sua apreciação ao meu trabalho.Volte sempre!
Beijo no coração e n'alma,
Mônicka Christi.