CONTIDA
Se oculta em ebulição
Um vulcão de contrastes
Numa explosão de dilemas,
Sobre alicerce de verdades...
Entre obstáculos e vales por onde caminho...
Atravessando estreitas portas
Abandono e culpa,
Dissecando a solidão que assola,
Estreitando o tempo sem sobra
Sem saber por onde ir.

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Lunes, Agosto 30, 2010 - 11:45
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Comentarios
Re: CONTIDA
Bom poema!!!
:-)
Re: CONTIDA
Grata por sua apreciação.Volte sempre!
Beijo no coração e n'alma,
Mônicka Christi.
Re: CONTIDA
Todo o ser tem momentos de ebulição emocional, traduzes muito bem isto em tua poesia.
parabens!!!
Re: CONTIDA
Grata por sua sempre atenciosa apreciação
aos meus trabalhos.Volte sempre!
Beijo no coração e n'alma,
Mônicka Christi.