Erro
Vesti-me da palavra com que me pintei naquele dia. Recordo-me do assustar de emoções com que tremi ao som do vento de aflição que me tomou quando beijei a rua. Tinha-me perdido, no que perder tem de pintado de morto. Teve o sonho, a duração do que me deste em sorrisos neste tempo. Almocei de ti o que nunca tive. Saciaste-me, desejo reprimido. Hoje, desnudo da tua presença, sou réstia de esperança no almejar do doce porto de te ter.
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Miércoles, Septiembre 2, 2009 - 10:25
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