Agoiros
Chegou o dia que esperámos
todo por ele afinal,
o bem, enfrenta o mal,
neste dia divinal.
Sorte e azar
não importa que seja,
a vida é anseios,
das noites frias.
Mãos dadas com o mundo
encontros e desencontros,
todos somos peões,
neste mundo de glotões.
Quereis dizer com firmeza
nem sempre pão, na mesa,
para a fome matar,
aqueles mais necessitados.
Entre esperança
e má sorte,
o azar não refaz,
quem perdeu o norte.
Chegara a hora de afirmar
cheio de convicção,
o azar e a má sorte,
tendo-as na mesma mão.
Estão no mesmo lugar
cheios de determinação,
esperando que a enchente,
lhes tragam nova maré.
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Lunes, Noviembre 30, 2009 - 22:44
Ministério da Poesia :
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