Cyberela Hardcore

Lá vem ela, toda magrela
Pés descalços poverela
Você sabe como é ela
Toda dada à cinderela
Espiando na janela
Batalhando seu sustento
Fazendo pão bento
Vivendo o momento
Vendo passar o tempo
Desce o morro sem demora
Sua entrada é agora
E não tem escapatória
Toda princesa tem sua hora
Aventureira é terrível
Tem esperança é possível
Enfrenta dragões sozinha
Conhece sua própria varinha
Seu príncipe a faz companhia
Histórias da carochinha
Valente que só vendo
Não encontra tormento
Sabe que muitas princesas
Podem ser descobertas
Castiçais de velas acesas
Portas sempre abertas
Ela continua esperando
Procurando a cada canto
Esperando que a relva
Seja um reino na selva.

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Domingo, Febrero 21, 2010 - 01:54

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kamyloca

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