Criança

Formosa essa flor, áurea luminescente,
Quão grande botãozinho, de seu ventre brotou,
Génese de algo, algum alguém forma inteligente,
Sorvendo saber, cedente de vida ao ser debotou.

Debutante de sonhos, fantasias reais,
Seu olhar translúcido, desnudando almas sem piedade,
De forma elevada, entregue a devaneios leais,
Erguendo-se, ao cimo do imo em mais bela idade.

Seu toque gentil, ternura inquietante,
Aquando de minha pele tocar, coração domar,
Dissecando minha essência, tornando-me transparente,
Ao ludibriar-me transpondo em seu olhar o mar.

Pedro Martins

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Miércoles, Abril 14, 2010 - 10:32

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