Fluir

Debaixo deste céu de cereja
O limite é a eternidade
…Do segundo seguinte.

Não há freios
Nem memória
Nem idade.

Persegue-se apenas o agora
Urge, pois, “colher o dia”
Na incerteza do depois,
Missão efervescente
Na taça do instante.

Não há leis
Nem preconceitos
Nem laços.
Só abraços
(Ténues)
Cravos
Pombas
E uma chuva de rebuçados de anis.

O fim:
Fluir…

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Martes, Abril 20, 2010 - 19:10

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ritapmatos

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