Lembra-me
Lembra-me quem sou
E porque estou num tempo
Sem tempo
Em que espero
E desepero
Lembra-me onde vou
E porque me encontro
Em desencontros
Exilei-me de ti
Não te esqueci!
Lembra-me que solidão é esta
Onde me afirmo
E me esqueço
Quem sou
E onde vou
Lembra-me quem fui
Quando te perdi
Hoje quero ser em ti!
Dolores
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Lunes, Junio 2, 2008 - 22:59
Poesia :
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Comentarios
Re: Lembra-me
Uma viagem até ao infinito e quase sem volta…
:-)
Re: Lembra-me
Esse coração anda numa busca permanente, numa ansiedade de borboleta que voa de flor em flor, à procura do poiso certo e do perfume inebriante, que a tranquilize.
Há em tudo quanto escreves (se este poema for recente) mais o confirma, uma inquietude marcante, como se andasses em busca de ti mesma.
Beijos, amiga.
Vóny Ferreira