Gardénias

Gardénias

 

(As Gardénias nuas das Varandas)

 

 

Supondo que era vassalo dilecto,
Das Galerias da rua dos botequins,
Espalhei p’lo céu, bem lá no alto,
Em reclamos mediáticos e pasquins

Feios, simples e práticos querubins
Sem talento, muitos já com defeito,
Mas o efeito foi oposto e não serviu os fins
Supostos; delas ser, poet’eleito;

Tomei a dor como revestimento,
Sem dar conta q’não mereciam tanto,
(Tais montras impáveis de manequins)

Hoje moro inda mais alto q’no monte
Pr’ás ver d’ponto mais longe e distante,
(Galdérias pintadas nuas en'varandins).

Joel Matos (10/2010)
http://namastibetpoems.blogspot.com     

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Jueves, Diciembre 16, 2010 - 21:06

Poesia :

Su voto: Nada (3 votos)

Joel

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classifiquei awesome porque é

classifiquei awesome porque é awesome.

como dizem por aqui,

mto bom te ler

=)

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obrigado

obrigado

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Lindo poema de flores nuas

Lindo poema de flores nuas assim como a amada a espritar a
esperar na janela , rodeada de anjos gastos ...
Bom te ler !!!!
Beijos
Susan

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bom te ver aqui tb, saudades

bom te ver aqui tb, saudades

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passo a explicar

foi um desabafo

de desencanto da sequela

"baralho marcado" 

nomeado para o oscar

dos " eu comento 

se tu comentas" 

 

"paguei para ver" 

que não vale a pena

esperar sentado

nem pôr a alma no prego

na pedra do peixe touro

(valemos mais que isso)

agora selecciono eu a arma

e guerreio apenas com nobres

;-)  

 

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