Vazio
Na beira do edifício
o passarinho desdenha a queda.
Não lhe existe o vazio.
Reina no meu impossível,
reduzindo o quê me pensei
e fazendo o que eu só sonhei.
Desliza caminhos
em espaços só seus.
Passeia sua independência
e cala minha insolência.
Preso ao chão
rastejo multidão.
Longe do Rei,
que um dia me achei
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Sábado, Enero 8, 2011 - 12:06
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Comentarios
O vazio de perante a multidão
O vazio de perante a multidão ....
Sou extremamente acometida dele
e ainda assim ouso voar sem asas ....
Muito bom te ler e pensar !!!!!
Beijos
Susan
Preso ao chão
Na beira do edifício
o passarinho desdenha a queda.
Não lhe existe o vazio.
Forma mestre, esta tua queda sobre os rastejos que o poeta inventa para voar!!!
Muito bom!
Parabéns p'lo belíssimo
Parabéns p'lo belíssimo poema.
Desãnimo? O vento sopra com violência,
mas o importante é avançarmos, com a força que cresce
em nós a cada instante.
Abraço