“Louco”

Se o amor serve assim,

De tal maneira:

Não tenho desculpa

Só chega e ocupa

Sem canseira

Como razão da vida, que tudo culpa

Mas não te posso agarrar

Que, meu mal, se abre nas goelas

Do tempo

Já perdido,

Em meio olhar

Tanto me lanço a elas…

 

Parece-me, contudo,

Que o castelo se inclina,

Um pouco

E

Nas goelas do tempo,

Sou louco.

***

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Jueves, Enero 20, 2011 - 03:06

Poesia :

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antonioduarte

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Mas não te posso agarrar

que o meu mal, se abre nas goelas

Do tempo...

O amor é louco

Não façam pouco.

Adorei, António.

O seu poema atira-me para o lado e adormeço tranquila ao seu sonar.

Muito bom

Beijo.

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