Febe
O escuro da noite
é minha angústia insone.
Madrugo acordado.
Já quase escuto o clarim do soldado
e o inexistente tropel do cavalo alado.
Mas como em cavalo dado
não se olha os dentes,
fantasio as tristezas
com planos lenientes
de fadas urgentes.
Quanto custaria dormir?
Logo o Sol estará a pino,
o tarô adivinhará um destino
e como se eu voltasse menino
pensarei que há um prumo
nessa falta de rumo.
Mas quando Febe voltar
de suas outras noites,
sentirei, só comigo,
o horror do desabrigo
e a solitária solidão
dessa imensa imensidão.
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Miércoles, Febrero 9, 2011 - 09:23
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Comentarios
FabioVillela! Tudo bem meu
FabioVillela!
Tudo bem meu querido amigo de tantas jornada passadas aqui no WAF!
Em primeiro lugar um abração; gostei de seu Poema desabafo, mas podes também aproveitar as madrugadas, enquanto não pasassar sua insonia, para mandares tuas sempre lindas composições!
MarneDulinski