Palmas...

                                                                                             Palmas...

Palmas...
Os atos de um desesperado,
Não são medidos,
Nem pensados,
São apenas intuitivos,
E pelo mundo largado,
Trazendo para si o perigo,

Sem tomar nenhum cuidado,

Já não sente medo,
Achando que pode tudo,
Deleitou de si o ainda é cedo,
Deixou-se de ser mudo,
Tornou-se um imenso rochedo,
Protesta contra aos absurdos,

Está mais rápido que um torpedo,

Dá uma grande virada,
Esquecendo a forma que vivia,
Não se importando mais com nada,
Cansou-se de viver só de utopia,
Em seu peito raja uma alvorada,
Estremecendo os seus novos dias,

Regados de muitas rajadas,

Realizar, agora é sua meta,
Agigantou-se o seu ser,
Surgi problemas? Ele entra de testa,
Sabendo o que vai fazer,
Coisa errada? Também logo contesta,
Assim agora é o seu jeito de viver,

A quem diga que ele não presta,

Palmas, palmas, palmas,
Para esse ser muito determinado,
Que vive sobre o fio de uma navalha,
Um tanto meio desesperado,
Mas, não se deixou morrer numa praia,
Sem ter ao menos antes lutado.

Palmas, palmas, palmas.

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Viernes, Abril 15, 2011 - 17:28

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gege

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Palmas...

Lindo poema, gostei muito, mes parabéns!

Um abração para você gege,

MarneDulinski

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