Maré
O homem sentado na falésia
Cofiando a barba, cã
Revê a sua vida na maré
Faz da maresia seu divã
Voam gaivotas. Com canto terno
Beijam o sol pela manhã
Pensa em como foi efémera
A sua vida tantas vezes vã
Rilhou a tristeza
Mas chorou de felicidade
E sentou as duas numa mesa
Alegre, dançou com a saudade
Bebeu vinho, riu-se da incerteza
Do que afinal é a eternidade.
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Martes, Noviembre 4, 2008 - 15:38
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Comentarios
Re: Maré
Um poema escrito com alma!
:-)
Re: Maré
Os ventos e as marés levam sempre um pouco do que encontram à sua passagem.
Lindo o que escreve
Dolores
Re: Maré
Obrigado.
Bjs
Re: Maré
"Rilhou a tristeza
Mas chorou de felicidade"
Brilhante!
O perfume da maré que viu, vê e verá o tempo passar...
Abraço
Re: Maré
E o tempo, esse não volta, como a maré.
Obrigado,
Abraço
Re: Maré
Gostei das imagens simples e bonitas.
Bjs
Re: Maré
Obrigado.
Beijos