28. Sóis oblíquos
O doce caminhar o rumor dos beijos
e as tréguas mal resolvidas
As estrelas
secretas e o silêncio
depois da tempestade e a bonança
e as feridas por sarar
As tuas mãos
recolhem as conchas e o rumor das águas
e o ciciar dos canaviais
Nasce mais uma moura encantada
Sóis oblíquos dos dias esquecidos
onde os íntimos desejos se confundem
com a paisagem
e a precariedade dos dias por viver
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Alvaro Giesta
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Viernes, Mayo 13, 2011 - 12:28
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