NO ACME, A PEQUENA MORTE!


Refaço-me no fascínio da cerimônia que me eleva... vai do coração ao que me ilumina a pupila em sintonia de feixes sensíveis emaranhados em minha anatomia, no mar de fina sensação que me percorre a tez em arrepios.
È o arroubo a emergir do ato uno, ou mutuo na excitação do toque, a percorrer os caminhos d’alma, na felicidade, que em mim habita.
Na completa devassidão do entusiasmo emocional que solta os laços que me prendem a exata consciência. Num instante do abandono d’alma ao corpo inerte no finito gozo da pequena morte.

 

Lufague


 

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Sábado, Mayo 14, 2011 - 14:17

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