Luzes da Razão - Morte e Vida

Por Bobby Souza

Custei a notar que nada alí me pertencia.
Andei por bases frágeis e vi minha ponte desabando.
Fui obrigado a aceitar que a vida não me pertencia.
Eu era apenas um cego sendo guiado por minha intuição;
Morte?! Sim, eu precisei morrer em meus velhos medos,
Acordar e viver o hoje.

Quantas vezes ignoramos o que não queremos ver?
É mais cômodo passar por cima e deixar o velho carro
Abandonado lá na rua de baixo.

O que ainda me mantêm firme?!
Minha convicção de personalidade, onde eu sei quem sou
E o que espero da vida.

Sei que não devo esperar nada, já que ela me usa e me joga.
Sinto-me como roupa suja sendo centrifugado
Pra lá e pra cá. Pra lá e pra cá...

O segredo está em morrer todos os dias e renascer um novo ser;
Amar, viver e crescer. Cuidar, se dedicar: Se espelhar!
Os bons exemplos apagam os ruins e tudo se multiplica.
Viver é um presente que precisa ser aberto com cuidado,
Não despreze a embalagem, guarde o conteúdo e conserve
Seus valores. Nunca se venda ou se torne brinquedo de ninguém.
O hoje pertence a você. Então, viva!

 

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Miércoles, Junio 8, 2011 - 05:37

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