Hora de calar

Morde-me!

(peço-te enquanto minhas narinas aspiram teu cheiro)

Teus dentes cravam em minha pele

(sentes meu pulsar em tua boca)

Agarro os teus cabelos
Olho profundamente para teus olhos castanhos

Sabes desde quando sinto-me atraído por ti?
(pergunto-te sem estar a espera da tua resposta)

Desde do dia que soube o teu nome
Mesmo não sabendo se era o teu nome

Olhas-me desafiadora enquanto teus lábios sonorizam
Pssiuuu

Beijas-me selvaticamente
Empurro-te para traz
(Desejo dizer-te tanta coisa…
Mas antes de sair qualquer som de mim dizes-me:)

CALA-TE, não é hora para falar.
Ainda não sabes qual a hora de calar?

Obs: É pura ficção.

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Lunes, Enero 19, 2009 - 16:31

Poesia :

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Veiga

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Comentarios

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Re: Hora de calar

Um poema escrito com alma!

:-)

Imagen de Anonymous

Re: Hora de calar

Que papagaio!

Cala-te, mas escreve.

...ou faz...

Gosto deste teu registo humorísticosensual

Beijo

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