A vida é uma amálgama
A vida é uma confusão,
Uma amálgama sem visão.
Não consigo expressar
Meu melhor divagar.
A alma consta de relato
Que se guia pelo facto.
A motivação ganha-se.
O sonho conquista-se!
O percurso é um estágio
Para um bom adágio.
O concluído indica
Consideração.
A felicidade vive-se.
O afecto indica-se.
Este poema louco
Mostra pouco.
Mas, retrata o sentir.
Mesmo sem porvir.
Um encantar engraça
A pior chalaça.
Devagar, devagarinho
Me vou encantando
Pelo pôr-do-sol,
Pela meia-lua,
Ou apenas pelo girassol!...
Thereza Green
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Sábado, Junio 18, 2011 - 11:11
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