O Inverno

Finto com um olhar bobagens cotidianas
Parecem, cada vez mais, fantásticas e incríveis
Vejo então incrustado em cada rosto
Um sorriso, igual ao que sempre saia do seu rosto
Tão bêbado de tanta futilidades
Seu sorriso fazia com que elas fossem essências
E agora eu sinto um abraço gélido do vento
O céu turva em nuvens acinzentadas
Gotas caem uma a uma
Escuta impacto de cada uma do chão
Vejo todos que correm, com receio de molhar-se
Sinto todos os corações baterem
Como se fossem meus
Fecho os olhos, paro de sentir, degustar, falar
...
Chego bem perto de você
Mais, nunca mais
Poderei te abraçar com o abraço gélido do vento.
 

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Jueves, Junio 30, 2011 - 20:32

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Willy

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