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DESERTO
DESERTO
Caminhas pelas areias escaldantes do deserto
Sem saberes de onde vens nem para onde vais.
Vislumbras oásis que afinal não o são – miragens
Daquilo que querias ver!
Por onde pisas deixas marcas do teu rasto,
Que logo se apaga...
Rastos de ti, incógnitos, imprimem-se à areia!
Rastos infinitos se misturam à areia
Por onde passas.
Infinitos passos se juntam aos teus
Que formam o deserto por onde passas!
Sentes frio no fim da jornada – gélido como o deserto à noite.
Céus imensos de azul profundo abrigam o deserto;
Oásis inundam-te a alma!
Fernando Figueirinhas
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Ministério da Poesia :
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