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INSÔNIA
O sono chega
Junto com ele o cansaço
Do nada fazer
Do nada acontecer.
Viro para um lodo
Viro para o outro
Penso no que deixei de fazer
E no que preciso ser.
E...para ser
É preciso se libertar.
Das correntes do medo
E tentar lutar.
Sair dessa inércia
Enfrentar o que impede
Os pés e as mãos
De fazer o que se deseja.
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domingo, abril 24, 2011 - 20:09
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poema
O medo por vezes nos oprime de conhecer-nos a nos mesmo, apenas perante a morte que se descobre a vida